






O Programa de Formação Continuada (PROFOR) da UFSC ofertou o curso de formação continuada em serviço “As Relações entre Educação e Tecnologias Digitais: Uma Perspectiva Formativa Contra-Hegemônica”. Voltada ao desenvolvimento de atividades formativas para docentes e servidores técnico-administrativos em Educação (TAE) da instituição, a proposta inspirada nos pressupostos da Pedagogia Histórico-Crítica (PHC) foi ministrada pelo Prof. Dr. Alaim Souza Neto, líder do OPC/UFSC, com o apoio dos/as doutorandos/as em Educação Raquel Pinheiro Matiola, Rafael dos Santos, Katiusa Stumpf e Fabrícia Cristiane Guckert.
Os primeiros encontros discutiram a ideia de que a tecnologia não é um campo neutro, mas carregado de valores e interesses de grupos economicamente dominantes, focando-se no fenômeno da plataformização. Os últimos encontros retomaram os pressupostos teóricos da PHC e as implicações do uso das Inteligências Artificiais Generativas (IAG). De forma objetiva, os cursistas discutiram as Diretrizes do CNPq para o uso de IA e testaram algumas IAG como Cloude, NotebookLM, Concensus, Semantic School, detectores de IA e de plágio e IA de resistência.
Em síntese, a formação continuada fez emergir a posição epistemológica do OPC/UFSC na defesa de que a tecnologia não é neutra, autônoma e muito menos a solução para os problemas sociais. Essa posição também não se restringe a assumir uma visão tecnofóbica ou tecnofílica a respeito da tecnologia em si, mas na defesa da apropriação crítica como mecanismo de compreensão da sua função em meio à realidade histórico-social.







O Programa de Formação Continuada (PROFOR) da UFSC deu início ao curso “As Relações entre Educação e Tecnologias Digitais: Uma Perspectiva Formativa Contra-Hegemônica”, voltado ao desenvolvimento de atividades formativas aos docentes e servidores técnico-administrativos em Educação (TAE). Ministrada pelo Prof. Dr. Alaim Souza Neto, líder do OPC/UFSC, com o apoio dos/as doutorandos/as em Educação Raquel Pinheiro Matiola, Rafael dos Santos, Katiusa Stumpf e Fabrícia Cristiane Guckert, a formação utiliza os pressupostos da Pedagogia Histórico-Crítica (PHC) para questionar a suposta neutralidade das tecnologias.
O primeiro encontro presencial mergulhou na constituição histórica e na função social das tecnologias. O debate girou em torno da ideia de que a tecnologia não é um campo neutro, mas carregado de valores e interesses de grupos economicamente dominantes. No segundo encontro, focou-se no fenômeno da plataformização. A discussão evidenciou como grandes corporações de tecnologia, as BigTechs, expandiram sua dominação sobre o dia a dia do cidadão comum e, consequentemente, sobre a educação escolar, sobretudo, após a pandemia de Covid-19.
Em síntese, a formação continuada faz emergir a posição epistemológica do OPC/UFSC na defesa de que a tecnologia não é neutra, autônoma e muito menos a solução para os problemas sociais. Essa posição também não se restringe a assumir uma visão tecnofóbica ou tecnofílica a respeito da tecnologia em si, mas na defesa da apropriação crítica das tecnologias como mecanismo de compreensão da sua função em meio à realidade histórico-social.

O Programa de Formação Continuada da Universidade Federal de Santa Catarina (PROFOR/UFSC) ofertará, em parceria com o Observatório de Práticas Curriculares (OPC) CED/UFSC, o curso intitulado “As Relações entre Educação e Tecnologias Digitais: uma perspectiva formativa contra-hegemônica”. A formação será ministrada pelo professor Dr. Alaim Souza Neto, líder do OPC, com a participação também dos(as) doutorandos(as) Raquel Pinheiro Matiola, Rafael dos Santos, Katiusa Stumpf e Fabrícia Cristiane Guckert.
A proposta é direcionada aos docentes e técnicos-administrativos da UFSC, tendo como foco as relações entre Educação e Tecnologias sob uma perspectiva contra-hegemônica e crítica. Entre os objetivos específicos estão a promoção de discussões acerca do uso e do desuso das tecnologias na educação, a reflexão crítica sobre as implicações da Inteligência Artificial (IA) no trabalho docente e a articulação entre teoria e prática por meio da formação tecnológica.
O curso será realizado no período de 04 de agosto a 01 de setembro de 2026, na modalidade semipresencial, com carga horária de 20 horas. As inscrições permanecem abertas até o dia 30 de julho de 2026. A iniciativa representa uma importante oportunidade de aprofundamento teórico e prático para profissionais da educação interessados em compreender as mediações entre educação, tecnologia e trabalho docente, especialmente, a partir de uma perspectiva crítica comprometida com a formação humana e emancipatória.